sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Por que eles são assim?
Por quê?? Eu convido, eles não... eu quero, eles não... corro atrás, eles não... o que há de errado? Será que sou eu que perdi o encanto e não represento um potencial de amizade? Tá, pode ser. Mas se esse for o problema, então não sei o que fazer.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
No meu tempo
Quando eu era criança, frequentemente ouvia meus pais falarem: "ah, no meu tempo tudo era muito melhor". Eu tentava imaginar que tempo era aquele; criava imagens mentais. Eles pequenos. De modo incrível, pensava quase em preto e branco, sem conseguir criar muitas cores - isso talvez decorresse do fato de eu ter apenas visto fotos monocromáticas ou sépia de quando eram crianças. Mesmo nessas duas cores, pude recriar estórias - ou histórias - incríveis. Ao enxergar a minha rua e a minha casa com características totalmente diferentes, algumas bem rudimentares, passava a imaginar as brincadeiras e as confusões que meus pais eram capazes de criar na sua infância.
Entre brincadeiras e correrias, algo se destacava. Não havia o perigo iminente de hoje. Eles pareciam muito mais felizes. Podiam estrapolar, sair de casa sem deixar os pais preocupados, voltar pouco antes do pôr-do-sol. Era uma vida diferente. Hoje, é necessário todo o cuidado para evitar assaltos, sequestros, estupros. Preferível que as crianças - e até os adultos - fiquem em casa, uma fortaleza, cercada de métodos anti-invasão, onde estarão muito mais seguros, embora ainda haja o perigo. Mas e este existia no "meu tempo"? Será que posso lembrar do meu tempo e contá-lo a vocês? Tenho idade suficiente para olhar pra trás e, na pompa dos meus pais, dizer "no meu tempo era muito melhor"? Veremos.
Nasci no ano de 1989. Lembro que sempre fui o mais novo da turma. Ingressei adiantado em um ano na escola e era o "caçula" da turminha. Isso sempre foi motivo de observação para mim. Na escolinha de futsal do colégio, estava sempre atrasado com relação à categoria. Até mesmo de alguns que estavam em alguma série anterior. Estranho, mas engraçado. Hoje não me preocupo mais com essa questão. Sou o mais velho em muitas situações, e ter nascido em 89 já não me caracteriza como um novilho, mas mostra que estou chegando perto de grandes responsabilidades. O fato é que grandes responsabilidades geram grandes responsabilidades. E grandes responsabilidades necessitam de tempo. Não sei quando vou casar. Muito menos quando vou ter filhos. Mas projeto, com meus botões, finalizar a graduação o mais rápido possível. E nisso, está envolvida a questão do emprego e futuro profissional, além do casamento citado. E o profissional é duro. No duro está a falta de tempo, diversão, rir da vida. Como podemos olhar para "o nosso tempo" e lembrar que não o temos mais? Isso nos torna sonhadores e nostálgicos. A nostalgia, voltando ao início, faz meus pais lembrarem do seu tempo. E hoje me faz lembrar do meu.
Ontem estava curtindo um tempo para jogar vídeo-game. Após um dia bastante complicado, decidi preencher minha mente com outras coisas. Liguei o Nintendo 64 e joguei Mario Party. Alguns podem conhecer, outros não, mas já aviso que o jogo é bastante infantil. São brincadeirinhas, algumas sem qualquer graça, mas que possuem uma capacidade incrível de me divertir. Isso porque, embora infantil, fazem parte do meu tempo. E volto a dizer, no meu tempo tudo era muito melhor. Acho que sou praticamente desprovido da capacidade de crescer junto às mudanças na sociedade. Mudo até certo ponto. No meu limite, estagno. É quando preciso voltar ao passado e me divertir feito uma criança. É quando lembro de como tudo era muito mais legal.
Eram finais de semana. Família reunida em casa. Diversos primos e irmãos. Todos com o mesmo objetivo: fazer algo legal! O que decidíamos fazer? O que era bacana? Para mim, estar dentro do carro com minha mãe, indo à locadora de filmes era o máximo. Lembro que era quase um evento para mim. O momento do sábado era esse. Já extasiado com a busca dos diversos VHS, minha felicidade ía a pico quando visitávamos outra locadora maior, na busca pelas fitas de vídeo-game. Era chegar em casa, assoprar, plugar, e esperar que funcionasse para passar a noite se divertindo. Aquilo era demais! Era uma espera toda a semana! "Oba, hoje é sexta!". Isso significava que o final de semana seria mais uma etapa de brincadeiras e diversões. Não havia internet, nem celulares, muito menos grande parte da tecnologia que hoje nos promete facilidade e alegria. E ainda assim, éramos felizes demais! Quando tínhamos tempo, ficávamos sentados num sofá na casa da minha vó, contando histórias, e meus tios, com todo o gosto, contavam diversas e diversas passagens de sua infância. Se o vídeo-game por algum acaso não estava ativo, a gente ia pro computador jogar "Virtua Soccer", ou "Fifa" daqueles antigos. Mas o que fazer não era importante. Qualquer atividade era motivo de regalias pessoais. A espera pelo novo caracterizava uma ansiedade que se unia à felicidade e juntas tornaram minha infância muito boa. Mas esse tempo também será feliz aos futuros adultos. De modo diferente.
Daqui a alguns anos, essa geração passará e os jovens de hoje serãos os adultos amanhã. Certamente lembrarão da sua infância com saudade. No ínterim em que se encontram, declararão ter sido muito felizes. E tenho certeza que sim. Mas soa diferente. Hoje o pessoal vive em uma época muito tecnológica, na busca incessante por algo que satisfaça qualquer necessidade, algo que me deixa triste. Nossos pais foram felizes com o que tinham. Possuíam muito menos que nós. No futuro, haverá um enorme anseio por futilidades que antes jamais seriam necessárias às pessoas. E isso crescerá gradativamente. Basta observar nossa realidade.
As crianças e adolescentes dominam a linguagem dos computadores e superam qualquer idoso na experiência com a máquina. Se querem algum jogo novo, não precisam esperar pelo final de semana. Basta fazer download, gravar em um DVD ou CD, colocar no vídeo-game ou computador e sair jogando. Se quiserem se comunicar com alguém, bastam alguns cliques. O velho telefone está sendo esquecido. Há celulares, smartphones, mensageiros online instantâneos. Não é necessário aguardar ansiosamente pela meia-noite, ou pelos finais de semana para ser permitido o uso da internet lenta. Hoje é tudo muito rápido, instantâneo. E para os trabalhos de escola? Fácil! Basta acessar a Wikipedia e copiar. O dez é quase garantido. As bibliotecas não são mais visitadas. A busca se perdeu, a pesquisa se foi. Não sei o que vai acontecer com esse tempo. O que será do futuro? Daqui a duas ou três gerações? Contarão, com o orgulho de meus pais, como foi o seu tempo? Com orgulho, dirão "tuitei muito na minha infância", "assisti mais de mil vídeos no youtube", "fiz muitos amigos no orkut/facebook", "minha alegria era baixar programas piratas e jogos para me divertir", "escutava música de maneira instantânea na internet, era fácil"? Talvez sim. Mas, onde está a emoção? Talvez eu tenha estagnado além da conta. Mas é triste, de qualquer forma, pensar em um futuro em que "no meu tempo" já não há histórias divertidas e puras para se contar.
Daqui a alguns anos, essa geração passará e os jovens de hoje serãos os adultos amanhã. Certamente lembrarão da sua infância com saudade. No ínterim em que se encontram, declararão ter sido muito felizes. E tenho certeza que sim. Mas soa diferente. Hoje o pessoal vive em uma época muito tecnológica, na busca incessante por algo que satisfaça qualquer necessidade, algo que me deixa triste. Nossos pais foram felizes com o que tinham. Possuíam muito menos que nós. No futuro, haverá um enorme anseio por futilidades que antes jamais seriam necessárias às pessoas. E isso crescerá gradativamente. Basta observar nossa realidade.
As crianças e adolescentes dominam a linguagem dos computadores e superam qualquer idoso na experiência com a máquina. Se querem algum jogo novo, não precisam esperar pelo final de semana. Basta fazer download, gravar em um DVD ou CD, colocar no vídeo-game ou computador e sair jogando. Se quiserem se comunicar com alguém, bastam alguns cliques. O velho telefone está sendo esquecido. Há celulares, smartphones, mensageiros online instantâneos. Não é necessário aguardar ansiosamente pela meia-noite, ou pelos finais de semana para ser permitido o uso da internet lenta. Hoje é tudo muito rápido, instantâneo. E para os trabalhos de escola? Fácil! Basta acessar a Wikipedia e copiar. O dez é quase garantido. As bibliotecas não são mais visitadas. A busca se perdeu, a pesquisa se foi. Não sei o que vai acontecer com esse tempo. O que será do futuro? Daqui a duas ou três gerações? Contarão, com o orgulho de meus pais, como foi o seu tempo? Com orgulho, dirão "tuitei muito na minha infância", "assisti mais de mil vídeos no youtube", "fiz muitos amigos no orkut/facebook", "minha alegria era baixar programas piratas e jogos para me divertir", "escutava música de maneira instantânea na internet, era fácil"? Talvez sim. Mas, onde está a emoção? Talvez eu tenha estagnado além da conta. Mas é triste, de qualquer forma, pensar em um futuro em que "no meu tempo" já não há histórias divertidas e puras para se contar.
* Um beijo especial para a minha namorada. Te amo.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Uma doença chamada Internet (parte 1)
Sabe, faz um tempo que eu chego aqui, começo a escrever mas a preguiça e a não-criatividade me fazem parar. Hoje decidi ir até o final, por pior que o texto fique. Sei que poucos são os que lêem esse blog - pra ser mais preciso, somente quem eu peço.
Posso dizer que tenho autoridade para falar do tema em questão. É um assunto complexo e extenso, mas vamos lá. A Internet surgiu em meados do século XX na necessidade de comunicação num momento de guerra. O sistema baseado em protocolos e comunicação à distância foi se desenvolvendo e ganhando espaço. No início, a disponibilidade ao usuário comum se dava via linha telefônica, em pacotes de dados de velocidade muito baixa. Estamos falando da década de 90, onde aqui no Brasil a Internet passou a ser utilizada pelo usuário comum. Lembro-me que quando eu tinha uns sete anos a tal da Internet já existia, mas era algo muito pequeno. Por volta dos dez anos, se não estou enganado, um tio meu que era metido com estar sempre ligado às tecnologias tentou instalar a Internet aqui em casa. Como se fosse hoje, lembro que fomos fazer um cadastro no ZAZ (hoje, o Terra) e depois fomos comprar um modem daqueles antigões. Plugamos o modem ao nosso 486, ligamos à linha e fizemos a discagem. Pronto! Era só navegar. Bom, não foi bem assim. Não funcionou! Que frustração! Já que meu primo queria me mostrar a tal da Internet, a loucura que era aquela novidade. Naquele instante me dei conta de que meu pai tinha um computador melhor, um Pentium 1! Pegamos emprestado e mesmo assim não funcionou. Bom, mas qual início dá certo? O meu foi só mais um deles. Com o tempo, a Internet foi ganhando força e estabilidade. O modem foi se modernizando e os provedores do serviço passaram a fornecer uma conexão cada vez melhor. Lá pelos onze, doze anos eu já tinha um computador um pouco melhor e a Internet então se tornou parte da minha vida. Naquela época a conexão era muito lenta e para conectar-se ao mundo virtual era necessário esperar até a meia-noite ou então até o final de semana. Quantas vezes de espera e ansiedade! Lembro que passava a semana aguardando pra chegar no final de semana e poder desfrutar por horas dessa maravilha moderna. Quão enganado eu estava!
Na necessidade de comunicação e de entretenimento, os sábios da Internet já inventavam programas e sites para bate-papo. Lembro que o primeiro programa que eu usei foi o mIRC, um sistema de conversação entre pessoas de todo o mundo, onde existiam canais para se filiar e compartilhar arquivos. Era algo muito grotesco mas era maneiro. Eu e meu primo às vezes passávamos a madrugada inteira navegando na Internet e desfrutando dos sites e programas de bate-papo e compartilhamento de arquivos. Aliás, foi nessa época que o famoso Napster surgiu para balançar de vez com as gravadoras. Além desses programas, com o passar do tempo e com minha rendição ao novo meio de comunicação, foram surgindo softwares, sites e muitas coisas novas que mudaram a perspectiva de qualquer pessoa. Passei a utilizaro ICQ, um programa muito antigo de bate-papo, que era a forma como nos comunicávamos com alguém. É o antecessor do famoso Messenger. Lembro que passava as noites de domingo em frente ao computador apenas jogando papo fora com colegas da escola e amigos que conhecia no mIRC. Foi aí que estragou tudo de vez!
Desde essa época, não lembro da vida sem ela, a grande doença: Internet. E isso de certa forma é muito triste. Pra mim é extremamente depressivo pensar dessa forma. E é isso que quero desenvolver ao longo do meu artigo.
Posso dizer que tenho autoridade para falar do tema em questão. É um assunto complexo e extenso, mas vamos lá. A Internet surgiu em meados do século XX na necessidade de comunicação num momento de guerra. O sistema baseado em protocolos e comunicação à distância foi se desenvolvendo e ganhando espaço. No início, a disponibilidade ao usuário comum se dava via linha telefônica, em pacotes de dados de velocidade muito baixa. Estamos falando da década de 90, onde aqui no Brasil a Internet passou a ser utilizada pelo usuário comum. Lembro-me que quando eu tinha uns sete anos a tal da Internet já existia, mas era algo muito pequeno. Por volta dos dez anos, se não estou enganado, um tio meu que era metido com estar sempre ligado às tecnologias tentou instalar a Internet aqui em casa. Como se fosse hoje, lembro que fomos fazer um cadastro no ZAZ (hoje, o Terra) e depois fomos comprar um modem daqueles antigões. Plugamos o modem ao nosso 486, ligamos à linha e fizemos a discagem. Pronto! Era só navegar. Bom, não foi bem assim. Não funcionou! Que frustração! Já que meu primo queria me mostrar a tal da Internet, a loucura que era aquela novidade. Naquele instante me dei conta de que meu pai tinha um computador melhor, um Pentium 1! Pegamos emprestado e mesmo assim não funcionou. Bom, mas qual início dá certo? O meu foi só mais um deles. Com o tempo, a Internet foi ganhando força e estabilidade. O modem foi se modernizando e os provedores do serviço passaram a fornecer uma conexão cada vez melhor. Lá pelos onze, doze anos eu já tinha um computador um pouco melhor e a Internet então se tornou parte da minha vida. Naquela época a conexão era muito lenta e para conectar-se ao mundo virtual era necessário esperar até a meia-noite ou então até o final de semana. Quantas vezes de espera e ansiedade! Lembro que passava a semana aguardando pra chegar no final de semana e poder desfrutar por horas dessa maravilha moderna. Quão enganado eu estava!
Na necessidade de comunicação e de entretenimento, os sábios da Internet já inventavam programas e sites para bate-papo. Lembro que o primeiro programa que eu usei foi o mIRC, um sistema de conversação entre pessoas de todo o mundo, onde existiam canais para se filiar e compartilhar arquivos. Era algo muito grotesco mas era maneiro. Eu e meu primo às vezes passávamos a madrugada inteira navegando na Internet e desfrutando dos sites e programas de bate-papo e compartilhamento de arquivos. Aliás, foi nessa época que o famoso Napster surgiu para balançar de vez com as gravadoras. Além desses programas, com o passar do tempo e com minha rendição ao novo meio de comunicação, foram surgindo softwares, sites e muitas coisas novas que mudaram a perspectiva de qualquer pessoa. Passei a utilizaro ICQ, um programa muito antigo de bate-papo, que era a forma como nos comunicávamos com alguém. É o antecessor do famoso Messenger. Lembro que passava as noites de domingo em frente ao computador apenas jogando papo fora com colegas da escola e amigos que conhecia no mIRC. Foi aí que estragou tudo de vez!
Desde essa época, não lembro da vida sem ela, a grande doença: Internet. E isso de certa forma é muito triste. Pra mim é extremamente depressivo pensar dessa forma. E é isso que quero desenvolver ao longo do meu artigo.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Solidão...
O que fazer quando não se tem mais uma turma? Na época da escola era aquele alvoroço. Sempre ao lado dos amigos, brincando, brigando, fazendo malandragem, cortando estojo, empurrando no corredor. Trabalhos sempre juntos, ideais parecidos. A promessa de nunca se separar. Depois de toda essa história, a turma se desfaz. Um para um lado, outro para outro. Difícil de lidar com a distância de quem se ama. Quando tu finalmente consegue montar uma "turma" - as aspas são para mostrar que não foi um grupo realmente -, de repente algo acontece e um vai para um lado, outro para outro. Cada um já tem mais uma turma bacana. Mas e tu? O que acontece contigo? Cada um tem seu "bando" e dificilmente está sozinho. Daí tu monta mais um grupo e parece que aquele vai ser seu "time". Novamente as coisas entram em turbulência e a solidão aparece de novo. Parece tão difícil manter uma união! Principalmente quando se tem idéias tão diferentes uns dos outros. Mesmo que haja compreensão e amizade, os ideias acabam distanciando as pessoas. O que fazer nessas horas? O que fazer quando nem mesmo tu se importa com isso? Como lidar com essas situações tão "tempestuosas"?
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Dedicando à melhor pessoa do mundo...
Em todo o meu blog existem dedicatórias. Algumas aos meus primos, outras a amigos. Um texto especial só pro meu irmão. Como diria o sábio, "o melhor fica por último" (alguém realmente falou isso? Fica por minha autoria caso ninguém descubra!). E ficou. Acabei de encerrar as atividades neste blog e me dei conta de que precisava homenagear mais uma pessoa. É até feio tratá-la como "mais uma pessoa". Eu vou homenagear "A PESSOA". Eu me dei conta de que passo tanto tempo conversando com amigos, seja no MSN, orkut, pessoalmente, e deixo de dedicar grande parte das minhas forças à pessoa mais importante da minha vida. Durante nove meses ela me carregou em seu corpo e tem continuamente me carregado nesse teatro da vida. Devo a vida a ela, minha mãe.
Em circunstâncias que não interessam a nenhum dos leitores, a minha mãe fez um papel duplo. Sustentou a mim e a meu irmão com todas as suas forças. Com um passado bem pesado, complicado e dolorido, conseguiu vencer as dificuldades e construir um futuro para os filhos. Acho que nenhuma palavra pode expressar a força que brotou dentro dela. E tenho muito orgulho em dizer isso. Desde pequeno eu sempre fui muito "amante" da minha mami. Nunca tive vergonha disso. Olhava pros meus coleguinhas que, na sua maioria, mentia, sacaneava e às vezes até falava mal da mãe, e não entendia. Nunca imaginei fazer algo assim, pois minha mãe sempre foi meu tesouro. Eu poderia trabalhar durante anos e ainda assim nada do que eu conquistasse poderia pagar o amor que ela teve por mim e por meus irmãos. Foi tanta dedicação que pouco tempo sobrou pra ela mesma. Durante muito tempo ela deixou de fazer coisas que realmente gostava para ficar conosco. E tenho certeza de que em momento algum se arrepende disso.
Durante um bom tempo eu passei por aquela fase complicada da adolescência, onde o jovem acha que entende de tudo e pode todas as coisas. Nessa época eu brigava muito com ela. Queria ter a razão e achava que a possuía. O que tinha era, na verdade, uma estúpida falta de respeito. Graças a Deus isso não durou muito, pois comecei a entrar nos eixos.
Lembro-me que um certo dia eu falei "mãe, quero aprender a tocar violão". E graças a ela, hoje eu toco diversos instrumentos, pois ela possibilitou essa minha entrada no mundo da música. Se não tivesse ela, ninguém teria me dado o primeiro violão - que ainda tenho. Não teria ganho a primeira guitarra e jamais teria um teclado. Tudo graças a ela. Lembro também que quando eu quis aprender inglês, informática, manutenção, lá estava ela pra dizer "claro, isso é bom pro teu futuro. Vai que eu pago." Não me refiro ao valor monetário, pois isso é passageiro, mas ao valor sentimental daquelas palavras. Ela doou tudo que tinha pra poder atender às nossas necessidades.
Esses são alguns pequeníssimos exemplos do que é a minha mãe. Sem falar das vezes que ela nos leva pra praia contra sua própria vontade, apenas pra nos agradar. Tantas coisas que já aconteceram que eu não teria como relatar em tão pouco espaço. Eu só tenho uma palavra pra tudo isso: obrigado.
Embora às vezes a gente discuta, outras vezes as coisas não parecem ir tão bem, eu simplesmente amo minha mãe. E nada nem ninguém vai mudar isso. Dedico essa homenagem à flor mais linda do meu jardim, o raio de sol que ilumina o meu coração, a mãe mais querida do mundo. TE AMO, MÃE!
domingo, 14 de junho de 2009
Fim da existência
Pois é. Cheguei à conclusão de que não sou bom o suficiente pra ter um blog onde possa divulgar minhas idéias. Sabe como cheguei a essa conclusão? Quando eu ia escrever minhas idéias (que a propósito estão na sessão de rascunhos do meu blog) e elas contradiziam as minhas atitudes. Eram minhas idéias, coisa da minha cabeça, vontades e pensamentos exclusivamente meus. E lá estava a grande contradição: uma hipocrisia. "Como posso escrever isso se nem vivo essa plenitude?". Talvez se um dia eu for mais maduro, com uma cabeça mais forte e conseguir ser uma pessoa normal eu volte a escrever aqui. Por agora deixarei alguns versículos bíblicos esporadicamente. Grande abraço.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Inexistência
Qual é o motivo da existência? Mas, existência de quê? Olha, eu diria que o mundo seria melhor com a existência. Pois é!
Sabe que tem uma piada mais ou menos assim: "Um dia um cara liga pro exército e diz 'Alô, é do exército?', do outro lado vem a resposta 'Claro que sim, bocaberta'. Aí o cidadão que telefonou diz 'Tu sabe com quem tu tá falando? Aqui é o general fulano'. Do outro lado da linha vem a outra resposta 'Tá, e tu, sabe com quem tá falando?', 'Não!', 'Ainda bem!'. TU TU TU". Bem engraçadinha a piada, não?
Tá, era só isso. Pensem a respeito :D
Sabe que tem uma piada mais ou menos assim: "Um dia um cara liga pro exército e diz 'Alô, é do exército?', do outro lado vem a resposta 'Claro que sim, bocaberta'. Aí o cidadão que telefonou diz 'Tu sabe com quem tu tá falando? Aqui é o general fulano'. Do outro lado da linha vem a outra resposta 'Tá, e tu, sabe com quem tá falando?', 'Não!', 'Ainda bem!'. TU TU TU". Bem engraçadinha a piada, não?
Tá, era só isso. Pensem a respeito :D
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