Sabe, faz um tempo que eu chego aqui, começo a escrever mas a preguiça e a não-criatividade me fazem parar. Hoje decidi ir até o final, por pior que o texto fique. Sei que poucos são os que lêem esse blog - pra ser mais preciso, somente quem eu peço.
Posso dizer que tenho autoridade para falar do tema em questão. É um assunto complexo e extenso, mas vamos lá. A Internet surgiu em meados do século XX na necessidade de comunicação num momento de guerra. O sistema baseado em protocolos e comunicação à distância foi se desenvolvendo e ganhando espaço. No início, a disponibilidade ao usuário comum se dava via linha telefônica, em pacotes de dados de velocidade muito baixa. Estamos falando da década de 90, onde aqui no Brasil a Internet passou a ser utilizada pelo usuário comum. Lembro-me que quando eu tinha uns sete anos a tal da Internet já existia, mas era algo muito pequeno. Por volta dos dez anos, se não estou enganado, um tio meu que era metido com estar sempre ligado às tecnologias tentou instalar a Internet aqui em casa. Como se fosse hoje, lembro que fomos fazer um cadastro no ZAZ (hoje, o Terra) e depois fomos comprar um modem daqueles antigões. Plugamos o modem ao nosso 486, ligamos à linha e fizemos a discagem. Pronto! Era só navegar. Bom, não foi bem assim. Não funcionou! Que frustração! Já que meu primo queria me mostrar a tal da Internet, a loucura que era aquela novidade. Naquele instante me dei conta de que meu pai tinha um computador melhor, um Pentium 1! Pegamos emprestado e mesmo assim não funcionou. Bom, mas qual início dá certo? O meu foi só mais um deles. Com o tempo, a Internet foi ganhando força e estabilidade. O modem foi se modernizando e os provedores do serviço passaram a fornecer uma conexão cada vez melhor. Lá pelos onze, doze anos eu já tinha um computador um pouco melhor e a Internet então se tornou parte da minha vida. Naquela época a conexão era muito lenta e para conectar-se ao mundo virtual era necessário esperar até a meia-noite ou então até o final de semana. Quantas vezes de espera e ansiedade! Lembro que passava a semana aguardando pra chegar no final de semana e poder desfrutar por horas dessa maravilha moderna. Quão enganado eu estava!
Na necessidade de comunicação e de entretenimento, os sábios da Internet já inventavam programas e sites para bate-papo. Lembro que o primeiro programa que eu usei foi o mIRC, um sistema de conversação entre pessoas de todo o mundo, onde existiam canais para se filiar e compartilhar arquivos. Era algo muito grotesco mas era maneiro. Eu e meu primo às vezes passávamos a madrugada inteira navegando na Internet e desfrutando dos sites e programas de bate-papo e compartilhamento de arquivos. Aliás, foi nessa época que o famoso Napster surgiu para balançar de vez com as gravadoras. Além desses programas, com o passar do tempo e com minha rendição ao novo meio de comunicação, foram surgindo softwares, sites e muitas coisas novas que mudaram a perspectiva de qualquer pessoa. Passei a utilizaro ICQ, um programa muito antigo de bate-papo, que era a forma como nos comunicávamos com alguém. É o antecessor do famoso Messenger. Lembro que passava as noites de domingo em frente ao computador apenas jogando papo fora com colegas da escola e amigos que conhecia no mIRC. Foi aí que estragou tudo de vez!
Desde essa época, não lembro da vida sem ela, a grande doença: Internet. E isso de certa forma é muito triste. Pra mim é extremamente depressivo pensar dessa forma. E é isso que quero desenvolver ao longo do meu artigo.
Posso dizer que tenho autoridade para falar do tema em questão. É um assunto complexo e extenso, mas vamos lá. A Internet surgiu em meados do século XX na necessidade de comunicação num momento de guerra. O sistema baseado em protocolos e comunicação à distância foi se desenvolvendo e ganhando espaço. No início, a disponibilidade ao usuário comum se dava via linha telefônica, em pacotes de dados de velocidade muito baixa. Estamos falando da década de 90, onde aqui no Brasil a Internet passou a ser utilizada pelo usuário comum. Lembro-me que quando eu tinha uns sete anos a tal da Internet já existia, mas era algo muito pequeno. Por volta dos dez anos, se não estou enganado, um tio meu que era metido com estar sempre ligado às tecnologias tentou instalar a Internet aqui em casa. Como se fosse hoje, lembro que fomos fazer um cadastro no ZAZ (hoje, o Terra) e depois fomos comprar um modem daqueles antigões. Plugamos o modem ao nosso 486, ligamos à linha e fizemos a discagem. Pronto! Era só navegar. Bom, não foi bem assim. Não funcionou! Que frustração! Já que meu primo queria me mostrar a tal da Internet, a loucura que era aquela novidade. Naquele instante me dei conta de que meu pai tinha um computador melhor, um Pentium 1! Pegamos emprestado e mesmo assim não funcionou. Bom, mas qual início dá certo? O meu foi só mais um deles. Com o tempo, a Internet foi ganhando força e estabilidade. O modem foi se modernizando e os provedores do serviço passaram a fornecer uma conexão cada vez melhor. Lá pelos onze, doze anos eu já tinha um computador um pouco melhor e a Internet então se tornou parte da minha vida. Naquela época a conexão era muito lenta e para conectar-se ao mundo virtual era necessário esperar até a meia-noite ou então até o final de semana. Quantas vezes de espera e ansiedade! Lembro que passava a semana aguardando pra chegar no final de semana e poder desfrutar por horas dessa maravilha moderna. Quão enganado eu estava!
Na necessidade de comunicação e de entretenimento, os sábios da Internet já inventavam programas e sites para bate-papo. Lembro que o primeiro programa que eu usei foi o mIRC, um sistema de conversação entre pessoas de todo o mundo, onde existiam canais para se filiar e compartilhar arquivos. Era algo muito grotesco mas era maneiro. Eu e meu primo às vezes passávamos a madrugada inteira navegando na Internet e desfrutando dos sites e programas de bate-papo e compartilhamento de arquivos. Aliás, foi nessa época que o famoso Napster surgiu para balançar de vez com as gravadoras. Além desses programas, com o passar do tempo e com minha rendição ao novo meio de comunicação, foram surgindo softwares, sites e muitas coisas novas que mudaram a perspectiva de qualquer pessoa. Passei a utilizaro ICQ, um programa muito antigo de bate-papo, que era a forma como nos comunicávamos com alguém. É o antecessor do famoso Messenger. Lembro que passava as noites de domingo em frente ao computador apenas jogando papo fora com colegas da escola e amigos que conhecia no mIRC. Foi aí que estragou tudo de vez!
Desde essa época, não lembro da vida sem ela, a grande doença: Internet. E isso de certa forma é muito triste. Pra mim é extremamente depressivo pensar dessa forma. E é isso que quero desenvolver ao longo do meu artigo.
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