sábado, 28 de fevereiro de 2009

"Eu gosto de ir contra o movimento. Eu escuto o que os outros não escutam. Não gosto de ouvir o que tá sendo ouvido na rádio." Sempre pensei assim. Um dia falei pra um amigo, "cara, não curto ouvir som da rádio. Sei lá, acho que sou contra o comum". Ele me respondeu, "Leo, eu escuto música boa". Fiquei pensando e concordei com ele. Realmente, devemos escutar música boa! Mas a cada dia eu paro (será que vai acento? reforma ortográfica estúpida [2]) pra tentar achar esse tesouro. Tem sido difícil a tarefa! Sinceramente. Quando eu ligo o meu PC, vou direto às minhas músicas. Escolho algumas que me agradam e as deixo tocando indefinidamente. Mas são quase sempre as mesmas! Não tenho tido um grande suprimento de músicas boas. Certo dia eu li na revista Cover Guitarra - assino a revista pois é muito boa - uma matéria sobre o novo cd do Joe Satriani. Nem lembro o nome, mas lá falava que o cd era mais do que nunca o Satriani original, que o cd possuía belas canções, bla bla bla. Bom, fui comprar. Não costumo comprar muitos cds, mas gosto de ter a minha discoteca aqui em casa e Satriani sempre foi uma influência pra mim. Cheguei na loja, comprei, fui ao carro e liguei o som. Hm, pensei, a primeira não me agradou. Fui pra segunda, pra terceira, mais ou menos à medida que trocava as marchas, afinal não estava aguentando (sic) tanto som estranho. Desliguei o rádio decepcionado. Acho que foi um dos piores investimentos que eu já fiz em toda a minha vida. Achei que fosse me esbaldar em mares alucinógenos das guitarras solo, mas o Satriani me decepcionou bonito dessa vez. Nenhum hit como Top Gun Theme, ou Summer Song, Super Colossal, simplesmente nada! Hoje o cd tá guardadinho ali na prateleira.
Se eu ligo a MTV, lá tá o Fresno fazendo show com o Chitãozinho & Xororó. Na rádio, o NX Zero e essas bandas emocore dominam as frequências (sic). Faz uns 2 meses, eu fui num workshow de guitarra aqui na cidade. Dentre os guitarristas, havia o que mais se destacava, o incrível Frank Solari. Não desmerecendo os demais, até porque um deles, Michel Top, é meu amigo, mas o foco está no Frank agora. Solari deixou aberto a perguntas certo momento. Achei muito legal um comentário dele e condiz exatamente com o que eu penso e sou. Ele disse que "se alguém tá usando jeans, eu uso calção. Eu faço as coisas do meu modo e não sigo a moda". Foi algo muito verdadeiro e bateu comigo. Ele continuou e comentou que sabe muito bem o que a mídia de hoje procura. Pra quem não sabe, o Frank é um dos maiores guitarristas solo do país. Trabalhou com grandes nomes e é um deles! Já apareceu cotado como um dos quatro melhores do Brasil. Ele sabe. A mídia quer o momento. O que faz sucesso agora? Ah, é o emo? Então vamos fazer som emo! O Frank não é assim. Ele faz o som dele - muito bem, aliás - sem copiar nada. Poderia, por estar na vitrine, fazer algo que a mídia queira. Com sua capacidade, daria de 345 a 0 nessas bandinhas de garagem que têm estourado por aí. A diferença é que o Frank é ele mesmo. Num de seus comentários, mencionou que saberia muito bem ganhar rios de dinheiro se quisesse. No entanto, ele deixou bem claro que prefere ser o que realmente é, tocar o que gosta, fazer o que ama de paixão, e conseguir ganhar o suficiente pra se sustentar e viver bem. Esse é um exemplo de pessoa! Comentou também que para ele esse é o pior momento da história musical no mundo. De fato. Onde estão as bandas revolucionárias? Aqueles que mudam o panorama da história? Aqueles que de fato tocam o coração com inovações, acordes diferentes, melodias divinas? Falta isso hoje em dia. A música deixou de ser arte, para ser comércio. Espero que daqui a uns 20 anos, as influências na guitarra não sejam figuras como o guitarrista do Fresno, o guitarrista do Simple Plan, Chimbinha, entre tantos outros figurões. Se eles forem a influência do futuro, meu amigo, ele está perdido. E será que ouvir música boa, é ouvir quatro ou cinco acordes repetidos por um cd inteiro? Letras medíocres com conteúdo piegas? Me perdoe, mas prefiro ser contra o movimento. Não vou dizer que nunca ouvi essas bandas que citei. Não é por aí. Seria hipócrita. Mas o que me dói é saber que a música de qualidade está dando lugar à música comercial. O analógico dando lugar ao digital. E o futuro se mantém incerto. Vamos mudar esse panorama e fazer da música a maior arte, se é que ainda dá tempo.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

ZzZz... [2]

Cá estou eu novamente. Oi! Duas e cinquenta (sic - reforma ortográfica estúpida) e três. Muito sono. Cansado demais. Nem fiz muita coisa hoje, mas parece que fui arrastado por quilômetros preso a um móvel. Puxa, quanta canseira! Vou dormir ao terminar por aqui.
Queria deixar um texto legal. Fui procurar alguma frase inspiradora, mas não achei nada. Lembrei do orkut. Pera ae! Olha que legal: Sorte de hoje: O amor conquista tudo. Que massa essa frase. O amor conquista tudo. Vamos tentar interpretar juntos - eu e o sono? Palavra por palavra. O, amor, conquista, tudo. O é um artigo definido. Define algo. Amor é um substantivo com tantos significados que nem me esforço pra citar alguns aqui. Conquista é um verbo, uma ação - interessante. Tudo é um advérbio se não me engano - ei, não é porque eu tenho um blog que devo ser perito em português, certo? Temos uma união: artigo substantivo verbo advérbio. O artigo definiu. Quem conquista tudo? O amor! Ponto! O que o amor conquista? Tudo! Ponto! Existe alguma outra pergunta a se fazer? Temos um sujeito apenas. Uma ação. São essas duas perguntas e deu. Se o amor conquista tudo, tudo é conquistado pelo amor. Nada é conquistado pelo amor? Não! Nada é conquistado por nada. Se o amor conquista algo, ele não o faz sozinho. O amor não existe por si só. Ou existe? Pra existir um fim, deve-se ter um início. Para existir amor, deve-se ter quem faça uso dele. Ou não? Sei lá! Eu amo. Portanto, tenho amor. Se eu amo e tenho amor, vamos parafrasear. O amor, que eu tenho pois amo, conquista tudo. Tudo é o oposto de nada. O amor, que eu tenho pois amo, não me permite conquistar o nada. Conquistar é tomar posse, receber, ter. O amor que há em mim não me permite ter o nada. O amor que vive em mim é que conquista tudo. De algo simples, já possuímos uma longa frase com o mesmo sentido. Deus é amor. Deus que vive em mim é quem conquista tudo. Deus, que é amor, que ama, conquista tudo em nosso favor. O amor conquista tudo? Se eu quiser um carro, o amor conquista? Talvez, sei lá. Mas acho que essas coisas funcionam muito melhor com seu próprio âmbito. Quero paz. O amor conquista a paz? Sim, pois o amor é Deus. Se eu quiser alguém, o amor conquista? Acho que sim! E se eu quiser mudar a vida de alguém? Melhora-la? Se eu for tão ambicioso nesse meu pensamento e crer que posso me tornar o melhor amigo dessa pessoa e fazê-la uma pessoa melhor, mais feliz, será que consigo? O amor consegue, segundo a frase. O amor tudo conquista. E vai conquistar essa, eu acredito. Deus tem estado ao meu lado nesses momentos e, embora a adversidade venha, a luta venha, a oposição seja grande, sei que o plano dEle é algo inexplicável. Nem mesmo grandes pregadores podem nos mostrar o quão grande é o Senhor e Suas idéias. Tô no teu plano, Papai. Me ajuda. Afinal, o amor conquista tudo.

Gone Without Good-bye


A fama e o sucesso são coisas distantes da maioria dos mortais. Não conheço estatísticas reais, mas imagino que a porcentagem de gente que consegue sucesso e fama na vida é muito baixa. Dentre os 6 bilhões de seres humanos, creio que uma fração mínima tenha conseguido alcançar o tão esperado reconhecimento mundial. Um deles é o Slash (foto). E eu o ajudei a conseguir essa fama. Não que eu tenha me esforçado para isso, mas fui mais um ouvinte do Guns N' Roses, acrescentando mais um para a lista - como dizem, é de pau em pau que se constrói uma canoa. Na época em que eu comecei a tocar guitarra, o Slash sempre foi uma influência pra mim. Não que eu saiba tocar todos os seus solos, mas o de November Rain, em especial, foi o que mais me "lavou a alma". Tudo bem. Um guitarrista influenciando novos guitarristas. Até aí a gente entende. Uma grande banda fazendo fama, sucesso, vendendo cds, fazendo shows. Tudo muito bonito. Ou não. Depois que conheci a minha maior influência em todos os sentidos, Jesus Cristo, essas bandas passaram a ter menos importância na minha vida. Quando eu tinha uma banda de rock, tocávamos Guns direto. Lembro de tocarmos Knockin' on Heaven's Door e Paradise City. Talvez tenhamos tentado tocar outra, não lembro. Tudo era muito legal, o alvoroço, a idéia de ser como eles, tocar igual. Com o passar do tempo e tendo minha mente aberta pela Palavra de Deus, comecei a enxergar as coisas por outro ângulo. Inclusive ante-ontem estava tentando elucidar a uns amigos meus uma coisa muito legal. Apenas para frisar, tenho passado dias intensos ao lado de pessoas muito especiais - muito mesmo. Peguei minha carteira, e pedi pra uma amiga - especial, ela sabe - descrever tudo o que via. Ela falou, "vejo um zíper, um fio solto e várias costuras". Eu disse, "eu vejo uma palavras em relevo e algumas costuras também, e sujeira". Estávamos falando da mesma coisa, mas por ângulos e vistas diferentes. Dependendo do ponto de vista, do local de observação, a coisa podia mudar. E mudou. Quando comecei a enxergar mais amplamente, vi que o Guns - e não só eles - eram infelizes (ou como diria o House, miserable). A fama, o sucesso e tudo mais apenas deixava momentos melhores. Não se tratava de uma felicidade e alegria constantes. Era tudo muito passageiro. Comecei a ver que eles bebiam e fumavam o show inteiro. Não se preocupavam em passar algo legal pra galera, mas apenas se divertir e meter som nas caixas. Certo dia fui assistir ao DVD Use your Illusion deles. Apenas por curiosidade e pra analisar as letras. Quanta coisa podre! O som realmente é maneiro, mas as letras deixam muito a desejar. Porcarias, besteiras, coisas que em nada mudam nada. Decepcionante. Nesse ínterim, o Guns se desmanchou. Um pra cada lado. Desentendimentos, drogas como motivos, confusões. Realmente os caras não tinham nada de bom pra passar!
Alguns dias atrás eu decidi comprar a biografia do Slash. Eu vi, em uma entrevista, que ele largou a heroína, pois viu que ela estava destruindo sua vida. Comecei a ler - ainda não terminei - e vi que a vida do cara foi uma verdadeira perturbação desde o início. Ele viveu no meio de drogados, prostituição, promiscuidade, roubos, inveja, confusões, brigas. E isso tudo o levou ao Guns, atingindo o tão esperado sucesso. Sinceramente, sucesso? Fama? Por favor. Eu brigo muito com isso. Alguns me falam e acham que ser famoso é legal. Talvez, se você tiver Deus ao seu lado, sim, é legal. Mas sem Deus, as coisas são perturbadoras. Drogas tomam conta e a pessoa nem se dá conta. A depressão entra e comanda, assim como um general ordena o seu pelotão. Aconteceu isso com o Brian "Head" Welch do Korn. Ele se via num meio de drogas e promiscuidade. Sua filha cantava letras da banda, coisas que nem adultos deveriam cantar. Até que certo dia ele entregou sua vida a Jesus. Tudo mudou!¹ Aconteceu o mesmo com tantos outros. Rodolfo Abrantes, do Raimundos, Chris Durán, entre tantos que deixaram a fama para seguir uma vida melhor. Se fama fosse tão bom, eles não a deixariam pra viver algo melhor, certo?
Eu apenas concluo que a vida deve ser vivida de uma maneira simples. Pra mim sucesso é viver dignamente sem dever nada a ninguém, ter uma família, filhos, saber criá-los, educá-los, dar-lhes amor. Ajudar seu próximo, amar aquele que te odeia, aquele que te ama. Isso é uma vida de sucesso. Quer essa vida ou a vida do Slash, que vive dia após dia dizendo não às drogas, na terrível tentação de ceder? Quer se parecer com Head, que deixou grana, fama, sucesso, para viver dignamente com Jesus e cuidar de sua família? Quer mudar tudo? Entregue sua vida a Cristo, Ele sim pode mudar tudo. Ele transforma, restaura, renova. Você não precisa de drogas, de adornos pra viver. Apenas viva o que Deus planejou pra você! Viva. E lembre-se, bata na porta do céu.

¹ http://www.youtube.com/watch?v=AOJqD66z3Qs

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Stained Glass Masquerade

"Eu não acho que incomoda o mundo que nós pequemos. Eu acho que incomoda o mundo que venhamos a agir como se não pecássemos. Há momentos que em vez de ser eu mesmo e expôr minhas próprias fraquezas e dores, eu finjo um personagem da pessoa que eu sei que eu deveria ser. Mas quando eu me exponho como fraco e frágil às vezes, isso libera que o Corpo de Cristo me restaure como eu deveria e convida outros a tirarem as máscaras da mesma forma".

Essa é mais ou menos a tradução de um texto presente no encarte de um de meus cds. É da banda Casting Crowns, e cada música possui um prefácio com o significado de sua letra. E esse é o de Stained Glass Masquerade, onde o compositor fala sobre vivermos sem máscaras e cientes de nossos erros. Entramos então em outro âmbito. Quem nos enxergará? Quem se preocupará com as máscaras? Deus muito bem sabe o que e quem somos. Ele é o único que sabe isso. Para os outros, por muitas vezes, usamos máscaras e, em certas situações, tão grandes que escondem tudo que realmente somos. Mas para quem nos mascaramos, a não ser para outros como nós? Se Deus tudo sabe, os únicos que podem realmente se importar com algo que queremos representar são outros como nós. Aí que eu quero chegar.
Alguém quer chegar diante de mim perfeito. Essa pessoa não quer me mostrar que tem erros, porque talvez certa vez eu dei a entender que não se pode ter erros. Eles são condenáveis. Erro é coisa de fraco! Daí em diante a pessoa chega a mim de uma forma diferente. Ela não representa sua própria personalidade, mas o que ela quer ser. Isso muda a personalidade e o caráter dela. Pode até mesmo causar um "baque" na vida dela e mudar algo para sempre. Ela estará dividida entre ser dois seres ao mesmo tempo. E de quem é a culpa disso tudo? Parcialmente minha, com certeza. Esse exemplo dado é uma realidade, nada fictício e condiz muito com a vida. Deixemos de esperar muito das pessoas! Não as julguemos pelos seus erros. Não condenemos suas falhas. Quando alguém fizer algo errado na sua frente e, supostamente, aquela pessoa deveria ser "perfeita", não se abale, sente-se, converse com ela - se isso lhe apraz e convém no instante -, mas nunca a julgue ou pressione.
Entenda. Ela é alguém como você, sujeita a erros. Não espere a perfeição. Se os discípulos de Jesus esperassem perfeição uns com os outros, jamais a teriam visto! Imagine João, Tiago, entre outros, observando Pedro. Era o queridinho e perfeitinho. Quase sempre falava coisas bonitas, como "Para onde iremos da Tua presença, se apenas Tu tens as palavras da vida eterna?", mas não era perfeito. Se os outros o julgassem, ou se espelhassem nele, talvez teriam tido uma grande decepção quando ele negou três vezes a Cristo. O mesmo com Judas, que traiu Jesus. Nunca espere demais do seu próximo. Apenas o ame e entenda suas falhas e seus erros. Ajude-o a ficar firme em todos os passos. Faça com que a cada dia ele esteja mais próximo do Senhor. E isso basta.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

In this world where nothing else is true...

I am still tangled up in you... realmente complicado... sabe, faz tempos que eu chego até esse blog e somente reclamo das coisas. Falo que o mundo é uma porcaria, que as amizades têm ido embora, que as coisas são difíceis e bla bla. Hoje venho diferente. Não podia deixar de iniciar com o "realmente complicado", pra deixar o movimento mais intenso e pegá-lo de surpresa. Mas hoje estou feliz! Algumas horas do meu dia foram realmente especiais. Há tempos eu não tinha momentos tão legais. Já havia me esquecido de como era ser livre e poder rir à beça quando alguém ri de uma piada sua sem graça, ou então quando sua prima mais nova te chama de "panceta", dando gargalhadas sem parar. Pois é, hoje meu dia foi assim. Duas horas, mais ou menos, passei ao lado de uma pessoa muito especial. Essa pessoa tem um nome, mas não vou revelar aqui nem agora. Chame-a de "essencial" e isso já basta. Tem sido. Depois fui na festinha de aniversário dessa minha prima tagarela. Três anos de muita intensidade e risos. Aprendendo a viver, tem-nos ensinado coisas das mais belas. Sorri por nada e fica feliz ao ouvir um cofrinho de patinho cantar uma musiquinha agitada. Momentos ao lado de quem amo, impagáveis. Mais tarde, fui na festa de aniversário de um amigão meu. Sim, mesmo dia os dois! E lá, demos muita risada! Jogamos bisca até tarde e ficamos rindo e tocando violão juntos. E isso foi um refrigério, pois pude estar ao lado de pessoas que amo e que conheço há cerca de 16 anos, e isso é muito gratificante pra mim. Agora estou ouvindo "Tangled up in you" da banda Staind, uma música muito tocante e profunda. Realmente. Não aprovo as outras músicas da banda, já que falam muita besteira e coisas nada a ver, mas a letra dessa canção é impressionante. Do meu lado, mais precisamente na sala ao lado, meu primo Pedro. Outro motivo de alegria. Posso dizer, enfim, que tenho estado feliz. Graças a Deus por isso, Ele tem sido o "supra-sumo" em toda essa história. Deus tem escrito a minha vida e espero que assim continue. Alguns não aceitam isso que eu digo, mas pra mim, é Deus quem controla TUDO, independentemente do nosso esforço. E isso é muito bom! Poder viver tranquilamente (aniquila-se a trema! Mundo injusto!) sabendo que meu Pai está nos céus olhando por mim. Somente digo uma coisa pra finalizar meu texto: obrigado. Ps.: te amo!