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quarta-feira, 25 de março de 2009

Os três conselhos


É meio extenso o texto de hoje, mas vale MUITO a pena ler. Realmente.

Conta-se que um casal de jovens recém-casados era muito pobre passavam muitas dificuldades e viviam de favores num sitio do interior.

Um dia o marido, cansado daquela vida em que vivia, fez a seguinte proposta a sua esposa:

- Querida eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe. Vou arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e te dar uma vida mais digna e confortável, aquela que sinto em meu coração que você merece. Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você me espere e seja fiel enquanto eu estiver fora, pois tenha plena certeza que serei sempre fiel a você.

Assim o jovem saiu de casa. Pela dificuldade não só do local, mas também por causa das condições financeiras teve que andar muitos e muitos dias a pé. Parava em todos os locais pedindo algum trabalho que fazer. Até que um dia encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo nos diversos trabalhos diários de sua fazenda. O jovem chegou, apresentou-se e, se ofereceu para trabalhar, com em todo o caminho percorrido havia feito. Só que desta vez ele foi aceito com empregado. Perguntou então se podia fazer um pacto com o novo patrão, e este concordou e ouvir a respeito.

O pacto seria o seguinte:

- Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o Senhor me dispensa das minhas obrigações. Eu não quero receber o meu salário enquanto estiver trabalhando aqui. Peço que o Senhor o guarde ou o coloque numa poupança, até que chegue o dia de eu ir embora. No dia em que eu sair o Senhor me dá o dinheiro que ganhei e, eu seguirei o meu caminho. Naquele mesmo instante o patrão concordou com o pedido daquele jovem.

Depois de tudo combinado entre ambos, aquele jovem começou a trabalhar e, trabalhou duro ano após ano. Permaneceu fiel em seu trabalho durante vinte anos, sem sequer tirar férias e até mesmo sem descanso. Depois destes vinte anos chegou para o patrão e disse:

- Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa, para minha esposa.

- O patrão sem hesitar lhe disse:- "Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e certamente vou cumpri-lo, só que antes, também gostaria de lhe fazer uma proposta, tudo bem?" O empregado concordou e aceitou ouvir a proposta do patrão dizendo:- "Qual é sua proposta?".

- Eu lhe dou todo o seu dinheiro. O dinheiro merecido que durante estes vinte anos você ganhou e, você vai embora ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro algum e você vai embora, mas tem uma coisa, você tem que escolher pois, se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos e se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro. Não é necessário que você me responda imediatamente, vá para o seu quarto, pense bem a respeito e depois me de a resposta.

Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: "Quero os três conselhos".

O patrão novamente frisou:- "Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro".

E o empregado respondeu: - "Quero os conselhos".

O patrão então lhe falou:

Primeiro conselho - Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida.
Segundo conselho - Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade por mal pode ser mortal.
Terceiro conselho - Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.

Depois de dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim: - "Aqui você tem três pães, dois para você comer durante sua viagem de retorno e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar a sua casa". O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte longos anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava.

Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou:- "Pra onde você vai?". Ele respondeu:- "Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada". O andarilho disse-lhe então: - "Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que fará com que você economize muito tempo e, você chega em poucos dias". O rapaz contente começou a seguir pelo atalho, quando se lembrou do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal. Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.

Passados alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão à beira da estrada, onde pôde se hospedar. Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir. De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito. Quando estava abrindo a porta, se lembrou do segundo conselho. Voltou, deitou-se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido. O hospedeiro então lhe disse:- "E você não ficou curioso?" Respondeu ele:- "Certamente que não". No que o hospedeiro respondeu:- "Você é o primeiro hóspede a sair vivo daqui, pois meu filho tem crises de loucura; grita durante a noite e quando o hospede sai, mata-o e enterra-o no quintal".

O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa depois de muitos dias e noites de caminhada... Já ao entardecer viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa. Estava anoitecendo, mas ele pôde ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre as pernas, um homem a quem estava acariciando os cabelos. Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade. Respirou fundo... Apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho, então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo do lado de fora da casa e no dia seguinte tomar uma decisão. Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele decidiu e consigo mesmo pensou:- "Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre fui fiel a ela como havia prometido.";Dirigiu-se à porta da casa e bateu”.

Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente, ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então com lágrimas nos olhos, lhe diz:- "Eu fui fiel a você e você me traiu"... Ela espantada lhe responde:- "Como? Eu nunca te traí, esperei durante esses vinte anos".

Ele então lhe perguntou:- "E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?".

E ela lhe disse:- "Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade".

Então o marido entrou, conheceu, abraçou seu filho e contou-lhes toda a sua historia, Tudo pelo que havia passado todo aquele tempo enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomá-lo e comer juntos o último pão que o patrão lhe havia dado. Após a oração de agradecimento a Deus, com lagrimas de emoção, ele parte o pão e ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro, o pagamento por seus vinte anos de dedicação.

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Nem preciso comentar muito, né?

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Gone Without Good-bye


A fama e o sucesso são coisas distantes da maioria dos mortais. Não conheço estatísticas reais, mas imagino que a porcentagem de gente que consegue sucesso e fama na vida é muito baixa. Dentre os 6 bilhões de seres humanos, creio que uma fração mínima tenha conseguido alcançar o tão esperado reconhecimento mundial. Um deles é o Slash (foto). E eu o ajudei a conseguir essa fama. Não que eu tenha me esforçado para isso, mas fui mais um ouvinte do Guns N' Roses, acrescentando mais um para a lista - como dizem, é de pau em pau que se constrói uma canoa. Na época em que eu comecei a tocar guitarra, o Slash sempre foi uma influência pra mim. Não que eu saiba tocar todos os seus solos, mas o de November Rain, em especial, foi o que mais me "lavou a alma". Tudo bem. Um guitarrista influenciando novos guitarristas. Até aí a gente entende. Uma grande banda fazendo fama, sucesso, vendendo cds, fazendo shows. Tudo muito bonito. Ou não. Depois que conheci a minha maior influência em todos os sentidos, Jesus Cristo, essas bandas passaram a ter menos importância na minha vida. Quando eu tinha uma banda de rock, tocávamos Guns direto. Lembro de tocarmos Knockin' on Heaven's Door e Paradise City. Talvez tenhamos tentado tocar outra, não lembro. Tudo era muito legal, o alvoroço, a idéia de ser como eles, tocar igual. Com o passar do tempo e tendo minha mente aberta pela Palavra de Deus, comecei a enxergar as coisas por outro ângulo. Inclusive ante-ontem estava tentando elucidar a uns amigos meus uma coisa muito legal. Apenas para frisar, tenho passado dias intensos ao lado de pessoas muito especiais - muito mesmo. Peguei minha carteira, e pedi pra uma amiga - especial, ela sabe - descrever tudo o que via. Ela falou, "vejo um zíper, um fio solto e várias costuras". Eu disse, "eu vejo uma palavras em relevo e algumas costuras também, e sujeira". Estávamos falando da mesma coisa, mas por ângulos e vistas diferentes. Dependendo do ponto de vista, do local de observação, a coisa podia mudar. E mudou. Quando comecei a enxergar mais amplamente, vi que o Guns - e não só eles - eram infelizes (ou como diria o House, miserable). A fama, o sucesso e tudo mais apenas deixava momentos melhores. Não se tratava de uma felicidade e alegria constantes. Era tudo muito passageiro. Comecei a ver que eles bebiam e fumavam o show inteiro. Não se preocupavam em passar algo legal pra galera, mas apenas se divertir e meter som nas caixas. Certo dia fui assistir ao DVD Use your Illusion deles. Apenas por curiosidade e pra analisar as letras. Quanta coisa podre! O som realmente é maneiro, mas as letras deixam muito a desejar. Porcarias, besteiras, coisas que em nada mudam nada. Decepcionante. Nesse ínterim, o Guns se desmanchou. Um pra cada lado. Desentendimentos, drogas como motivos, confusões. Realmente os caras não tinham nada de bom pra passar!
Alguns dias atrás eu decidi comprar a biografia do Slash. Eu vi, em uma entrevista, que ele largou a heroína, pois viu que ela estava destruindo sua vida. Comecei a ler - ainda não terminei - e vi que a vida do cara foi uma verdadeira perturbação desde o início. Ele viveu no meio de drogados, prostituição, promiscuidade, roubos, inveja, confusões, brigas. E isso tudo o levou ao Guns, atingindo o tão esperado sucesso. Sinceramente, sucesso? Fama? Por favor. Eu brigo muito com isso. Alguns me falam e acham que ser famoso é legal. Talvez, se você tiver Deus ao seu lado, sim, é legal. Mas sem Deus, as coisas são perturbadoras. Drogas tomam conta e a pessoa nem se dá conta. A depressão entra e comanda, assim como um general ordena o seu pelotão. Aconteceu isso com o Brian "Head" Welch do Korn. Ele se via num meio de drogas e promiscuidade. Sua filha cantava letras da banda, coisas que nem adultos deveriam cantar. Até que certo dia ele entregou sua vida a Jesus. Tudo mudou!¹ Aconteceu o mesmo com tantos outros. Rodolfo Abrantes, do Raimundos, Chris Durán, entre tantos que deixaram a fama para seguir uma vida melhor. Se fama fosse tão bom, eles não a deixariam pra viver algo melhor, certo?
Eu apenas concluo que a vida deve ser vivida de uma maneira simples. Pra mim sucesso é viver dignamente sem dever nada a ninguém, ter uma família, filhos, saber criá-los, educá-los, dar-lhes amor. Ajudar seu próximo, amar aquele que te odeia, aquele que te ama. Isso é uma vida de sucesso. Quer essa vida ou a vida do Slash, que vive dia após dia dizendo não às drogas, na terrível tentação de ceder? Quer se parecer com Head, que deixou grana, fama, sucesso, para viver dignamente com Jesus e cuidar de sua família? Quer mudar tudo? Entregue sua vida a Cristo, Ele sim pode mudar tudo. Ele transforma, restaura, renova. Você não precisa de drogas, de adornos pra viver. Apenas viva o que Deus planejou pra você! Viva. E lembre-se, bata na porta do céu.

¹ http://www.youtube.com/watch?v=AOJqD66z3Qs

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Stained Glass Masquerade

"Eu não acho que incomoda o mundo que nós pequemos. Eu acho que incomoda o mundo que venhamos a agir como se não pecássemos. Há momentos que em vez de ser eu mesmo e expôr minhas próprias fraquezas e dores, eu finjo um personagem da pessoa que eu sei que eu deveria ser. Mas quando eu me exponho como fraco e frágil às vezes, isso libera que o Corpo de Cristo me restaure como eu deveria e convida outros a tirarem as máscaras da mesma forma".

Essa é mais ou menos a tradução de um texto presente no encarte de um de meus cds. É da banda Casting Crowns, e cada música possui um prefácio com o significado de sua letra. E esse é o de Stained Glass Masquerade, onde o compositor fala sobre vivermos sem máscaras e cientes de nossos erros. Entramos então em outro âmbito. Quem nos enxergará? Quem se preocupará com as máscaras? Deus muito bem sabe o que e quem somos. Ele é o único que sabe isso. Para os outros, por muitas vezes, usamos máscaras e, em certas situações, tão grandes que escondem tudo que realmente somos. Mas para quem nos mascaramos, a não ser para outros como nós? Se Deus tudo sabe, os únicos que podem realmente se importar com algo que queremos representar são outros como nós. Aí que eu quero chegar.
Alguém quer chegar diante de mim perfeito. Essa pessoa não quer me mostrar que tem erros, porque talvez certa vez eu dei a entender que não se pode ter erros. Eles são condenáveis. Erro é coisa de fraco! Daí em diante a pessoa chega a mim de uma forma diferente. Ela não representa sua própria personalidade, mas o que ela quer ser. Isso muda a personalidade e o caráter dela. Pode até mesmo causar um "baque" na vida dela e mudar algo para sempre. Ela estará dividida entre ser dois seres ao mesmo tempo. E de quem é a culpa disso tudo? Parcialmente minha, com certeza. Esse exemplo dado é uma realidade, nada fictício e condiz muito com a vida. Deixemos de esperar muito das pessoas! Não as julguemos pelos seus erros. Não condenemos suas falhas. Quando alguém fizer algo errado na sua frente e, supostamente, aquela pessoa deveria ser "perfeita", não se abale, sente-se, converse com ela - se isso lhe apraz e convém no instante -, mas nunca a julgue ou pressione.
Entenda. Ela é alguém como você, sujeita a erros. Não espere a perfeição. Se os discípulos de Jesus esperassem perfeição uns com os outros, jamais a teriam visto! Imagine João, Tiago, entre outros, observando Pedro. Era o queridinho e perfeitinho. Quase sempre falava coisas bonitas, como "Para onde iremos da Tua presença, se apenas Tu tens as palavras da vida eterna?", mas não era perfeito. Se os outros o julgassem, ou se espelhassem nele, talvez teriam tido uma grande decepção quando ele negou três vezes a Cristo. O mesmo com Judas, que traiu Jesus. Nunca espere demais do seu próximo. Apenas o ame e entenda suas falhas e seus erros. Ajude-o a ficar firme em todos os passos. Faça com que a cada dia ele esteja mais próximo do Senhor. E isso basta.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

In this world where nothing else is true...

I am still tangled up in you... realmente complicado... sabe, faz tempos que eu chego até esse blog e somente reclamo das coisas. Falo que o mundo é uma porcaria, que as amizades têm ido embora, que as coisas são difíceis e bla bla. Hoje venho diferente. Não podia deixar de iniciar com o "realmente complicado", pra deixar o movimento mais intenso e pegá-lo de surpresa. Mas hoje estou feliz! Algumas horas do meu dia foram realmente especiais. Há tempos eu não tinha momentos tão legais. Já havia me esquecido de como era ser livre e poder rir à beça quando alguém ri de uma piada sua sem graça, ou então quando sua prima mais nova te chama de "panceta", dando gargalhadas sem parar. Pois é, hoje meu dia foi assim. Duas horas, mais ou menos, passei ao lado de uma pessoa muito especial. Essa pessoa tem um nome, mas não vou revelar aqui nem agora. Chame-a de "essencial" e isso já basta. Tem sido. Depois fui na festinha de aniversário dessa minha prima tagarela. Três anos de muita intensidade e risos. Aprendendo a viver, tem-nos ensinado coisas das mais belas. Sorri por nada e fica feliz ao ouvir um cofrinho de patinho cantar uma musiquinha agitada. Momentos ao lado de quem amo, impagáveis. Mais tarde, fui na festa de aniversário de um amigão meu. Sim, mesmo dia os dois! E lá, demos muita risada! Jogamos bisca até tarde e ficamos rindo e tocando violão juntos. E isso foi um refrigério, pois pude estar ao lado de pessoas que amo e que conheço há cerca de 16 anos, e isso é muito gratificante pra mim. Agora estou ouvindo "Tangled up in you" da banda Staind, uma música muito tocante e profunda. Realmente. Não aprovo as outras músicas da banda, já que falam muita besteira e coisas nada a ver, mas a letra dessa canção é impressionante. Do meu lado, mais precisamente na sala ao lado, meu primo Pedro. Outro motivo de alegria. Posso dizer, enfim, que tenho estado feliz. Graças a Deus por isso, Ele tem sido o "supra-sumo" em toda essa história. Deus tem escrito a minha vida e espero que assim continue. Alguns não aceitam isso que eu digo, mas pra mim, é Deus quem controla TUDO, independentemente do nosso esforço. E isso é muito bom! Poder viver tranquilamente (aniquila-se a trema! Mundo injusto!) sabendo que meu Pai está nos céus olhando por mim. Somente digo uma coisa pra finalizar meu texto: obrigado. Ps.: te amo!