"Eu não acho que incomoda o mundo que nós pequemos. Eu acho que incomoda o mundo que venhamos a agir como se não pecássemos. Há momentos que em vez de ser eu mesmo e expôr minhas próprias fraquezas e dores, eu finjo um personagem da pessoa que eu sei que eu deveria ser. Mas quando eu me exponho como fraco e frágil às vezes, isso libera que o Corpo de Cristo me restaure como eu deveria e convida outros a tirarem as máscaras da mesma forma".
Essa é mais ou menos a tradução de um texto presente no encarte de um de meus cds. É da banda Casting Crowns, e cada música possui um prefácio com o significado de sua letra. E esse é o de Stained Glass Masquerade, onde o compositor fala sobre vivermos sem máscaras e cientes de nossos erros. Entramos então em outro âmbito. Quem nos enxergará? Quem se preocupará com as máscaras? Deus muito bem sabe o que e quem somos. Ele é o único que sabe isso. Para os outros, por muitas vezes, usamos máscaras e, em certas situações, tão grandes que escondem tudo que realmente somos. Mas para quem nos mascaramos, a não ser para outros como nós? Se Deus tudo sabe, os únicos que podem realmente se importar com algo que queremos representar são outros como nós. Aí que eu quero chegar.
Alguém quer chegar diante de mim perfeito. Essa pessoa não quer me mostrar que tem erros, porque talvez certa vez eu dei a entender que não se pode ter erros. Eles são condenáveis. Erro é coisa de fraco! Daí em diante a pessoa chega a mim de uma forma diferente. Ela não representa sua própria personalidade, mas o que ela quer ser. Isso muda a personalidade e o caráter dela. Pode até mesmo causar um "baque" na vida dela e mudar algo para sempre. Ela estará dividida entre ser dois seres ao mesmo tempo. E de quem é a culpa disso tudo? Parcialmente minha, com certeza. Esse exemplo dado é uma realidade, nada fictício e condiz muito com a vida. Deixemos de esperar muito das pessoas! Não as julguemos pelos seus erros. Não condenemos suas falhas. Quando alguém fizer algo errado na sua frente e, supostamente, aquela pessoa deveria ser "perfeita", não se abale, sente-se, converse com ela - se isso lhe apraz e convém no instante -, mas nunca a julgue ou pressione.
Entenda. Ela é alguém como você, sujeita a erros. Não espere a perfeição. Se os discípulos de Jesus esperassem perfeição uns com os outros, jamais a teriam visto! Imagine João, Tiago, entre outros, observando Pedro. Era o queridinho e perfeitinho. Quase sempre falava coisas bonitas, como "Para onde iremos da Tua presença, se apenas Tu tens as palavras da vida eterna?", mas não era perfeito. Se os outros o julgassem, ou se espelhassem nele, talvez teriam tido uma grande decepção quando ele negou três vezes a Cristo. O mesmo com Judas, que traiu Jesus. Nunca espere demais do seu próximo. Apenas o ame e entenda suas falhas e seus erros. Ajude-o a ficar firme em todos os passos. Faça com que a cada dia ele esteja mais próximo do Senhor. E isso basta.
Essa é mais ou menos a tradução de um texto presente no encarte de um de meus cds. É da banda Casting Crowns, e cada música possui um prefácio com o significado de sua letra. E esse é o de Stained Glass Masquerade, onde o compositor fala sobre vivermos sem máscaras e cientes de nossos erros. Entramos então em outro âmbito. Quem nos enxergará? Quem se preocupará com as máscaras? Deus muito bem sabe o que e quem somos. Ele é o único que sabe isso. Para os outros, por muitas vezes, usamos máscaras e, em certas situações, tão grandes que escondem tudo que realmente somos. Mas para quem nos mascaramos, a não ser para outros como nós? Se Deus tudo sabe, os únicos que podem realmente se importar com algo que queremos representar são outros como nós. Aí que eu quero chegar.
Alguém quer chegar diante de mim perfeito. Essa pessoa não quer me mostrar que tem erros, porque talvez certa vez eu dei a entender que não se pode ter erros. Eles são condenáveis. Erro é coisa de fraco! Daí em diante a pessoa chega a mim de uma forma diferente. Ela não representa sua própria personalidade, mas o que ela quer ser. Isso muda a personalidade e o caráter dela. Pode até mesmo causar um "baque" na vida dela e mudar algo para sempre. Ela estará dividida entre ser dois seres ao mesmo tempo. E de quem é a culpa disso tudo? Parcialmente minha, com certeza. Esse exemplo dado é uma realidade, nada fictício e condiz muito com a vida. Deixemos de esperar muito das pessoas! Não as julguemos pelos seus erros. Não condenemos suas falhas. Quando alguém fizer algo errado na sua frente e, supostamente, aquela pessoa deveria ser "perfeita", não se abale, sente-se, converse com ela - se isso lhe apraz e convém no instante -, mas nunca a julgue ou pressione.
Entenda. Ela é alguém como você, sujeita a erros. Não espere a perfeição. Se os discípulos de Jesus esperassem perfeição uns com os outros, jamais a teriam visto! Imagine João, Tiago, entre outros, observando Pedro. Era o queridinho e perfeitinho. Quase sempre falava coisas bonitas, como "Para onde iremos da Tua presença, se apenas Tu tens as palavras da vida eterna?", mas não era perfeito. Se os outros o julgassem, ou se espelhassem nele, talvez teriam tido uma grande decepção quando ele negou três vezes a Cristo. O mesmo com Judas, que traiu Jesus. Nunca espere demais do seu próximo. Apenas o ame e entenda suas falhas e seus erros. Ajude-o a ficar firme em todos os passos. Faça com que a cada dia ele esteja mais próximo do Senhor. E isso basta.